• Friday, April 17, 2020


    Em algum lugar que não importa de Unova, ao sul de lugar nenhum e ao norte de não sei onde está construída uma delicada pensão. 
    Esta pensão contava com três andares, feita de madeira bruta e delicadas vidraças decoradas com maravilhosas flores, era o local perfeito para quem veio passar uma temporada ou ficar aqui para sempre. Todos são bem-vindos...
    MENOS HUMANOS! Narrador, por favor, tente ser específico. Aqui é uma pensão feita para Pokémon.
    Essa é a nossa protagonista nesse... especial, seu nome é Lilly, a Lilligant, é ela que comanda e cuida dessa maravilhosa pensão.
    — E hoje é o dia da estreia! – sorriu a Pokémon planta. Lilligant era uma espécie de Pokémon conhecida pela enorme flor vermelha que parecia um chapéu em sua cabeça, seus braços pareciam flores e um bulbo lembrava um como um vestido bufante. – Estou ansiosa pelos tipos de Pokémon que virão se hospedar aqui. OH, eu vou fazer um checklist!


    A delicada criatura entrou em seu estabelecimento e começou a conferir todos os andares e cômodos, atentando a cada mínimo detalhe, tinha contratado uma empresa de Minccinos que fez a limpeza de cabo a rabo - literalmente.
    — É, essas criaturas fofinhas mandam bem – comentou para si mesma, satisfeita.
    Cozinha, ok. Quartos, ok. Banheiros, ok. Escadas, ok. Recepção, ok. Sem humanos, ok.
    O sininho na porta da frente anunciou a chegada do primeiro cliente, Lilly, em um misto de felicidade e ansiedade foi rapidamente para a recepção, onde se deparou com um pequeno grupo de cinco Pokémon. Uma esnobe Snivy, uma fofa Minccino, um pequeno Joltik, uma bebê Zorua e um agitado Victini.
    — Então é real mesmo! – começou o Pokémon anjo, segurando um panfleto na mão.
    — É bem longe – resmungou a lagarto fêmea.
    — Gostei da limpeza – comentou a mamífera cinza.
    — É grande – impressionou-se a aranha elétrica.
    — Será que tem um parquinho? – questionou-se a raposa preta.
    — Cinco de uma vez, que sorte grande – sorriu Lilly, se aproximando e recebendo a atenção dos demais. – Bem-vindos a Pensão da Lilly Lilligant. Eu sou a Lilly e é uma honra tê-los aqui. Posso saber o nome de vocês?
    — Muito prazer, senhora Lilly – sorriu o Victini. – Sou Vic.
    — Meu nome é Brianna – disse a Snivy.
    — Sou a Mirsthy – acenou a Minccino.
    — Sir Grimaud – apresentou-se Joltik.
    — O meu é Sombra – falou a Zorua.
    — Uau, quantos nomes lindos! – a anfitriã disse, soltando um sorriso delicado. – Em que posso ajudá-los? Quantos quartos?
    — Acho que que dois é o suficiente – pensou Vic. – Um para as meninas e um para mim e Grimaud.
    — Três quartos, eu quero um só pra mim – disse Brianna, cruzando os braços. – Tenho muitas coisas e preciso de privacidade.
    — Você nem trouxe malas, Bri – ironizou o Victini.
    — Mesmo assim, eu preciso de um quarto só pra mim. Uma dama de alta classe como eu precisa de um canto grande e reservado só pra ela – ela virou o rosto em tom esnobe.
    — Ela é a chata do grupo – riu Mirsthy.
    — Três quartos então? – agitada, Lilly pediu para que os novos hóspedes a seguirem. – Aqui temos algumas regrinhas. Servimos café da manhã, almoço e jantar, mas em horários fixos, ou seja, pontualidade é importante. Os horários estão presos no quadro de avisos no corredor. Eu não quero saber o que fazem dentro dos quartos, mas barulho após às dez da noite é proibido, então controlem suas músicas – ela parou em frente a um cartaz com uma figura humana desenhada – por uma criança, aparentemente – com dentes pontudos e cara brava. – Tá vendo isso daqui? É a regra mais importante. É TERMINANTEMENTE PROIBIDA A PRESENÇA DE HUMANOS AQUI! Se eu pegar algum de vocês escondendo um humano dentro desse lugar, eu não sou responsável pelas minhas atitudes – o tom de voz da Lilligant mudou de suave para odioso e amedrontador, fazendo os outros sentirem um frio na espinha. – Me entenderam?
    Após a resposta positiva, a Pokémon planta distribuiu as chaves para eles e disse que estaria na cozinha caso precisassem de algo, depois disso, saiu.
    — Como se a gente conseguir esconder um humano assim facilmente – comentou Mirsthy.
    — Será que a gente conta pra ela que somos treinados por humanos? – questionou Zorua, e após um silêncio de reflexão, eles responderam em conjunto:
    — Nhá, melhor não.


    Mais tarde, todos estavam acomodados em seus respectivos quartos, não possuíam nada demais, mas a cama e o guarda-roupa eram de qualidade e a decoração parecia ser muito bem pensada e feita com carinho, flores predominavam, com certa razão. Estava perto da hora do almoço quando Mirsthy entrou no quarto de Brianna.
    — Ei, Bri – cumprimentou a Minccino. – Precisa de ajuda?
    — Se você puder empurrar aquela cômoda pra lá, eu agradeceria.
    — Eu só ofereci por educação, tô com preguiça – respondeu, sentando-se na cama. – O que achou da Lilly?
    — Parece uma Pokémon formidável e de modos – refletiu a Snivy. – Mas me assusta esse ódio dela por humanos. Será que aconteceu algo?
    — Provavelmente foi abandonada. Eu senti uma aura negativa – a criatura refletiu.
    — Ah, não começa com esse papo de aura.
    — Uma aura escura – pensou a mamífera. – Deu até vontade limpar.
    — Às vezes você me assusta – suspirou. – Cadê a Sombra?
    — Deixei-a com os meninos – respondeu Mirsthy, deitando na cama.


    — Ok, Sombrinha, acho que você deveria começar a descobrir que tipos de golpes você sabe – disse Vic, de frente para a raposinha.
    — Meus golpes? – questionou a pequena, curiosa.
    — Exatamente, assim você pode se defender dos caras maiores – agitou o outro. – Vem, testa um Bite em mim.
    — Hilda disse que meus dentes são bem frágeis, acho que não posso ficar mordendo porcaria – refletiu Zorua.
    — Zoruas não aprendem Bite – informou Grimaud, observando a cena.
    — O quê? Sério? Mas eles têm dentes – Vic olhou para Sombra. – Ei, que história é essa de porcaria?
    — Se isso daqui fosse uma série de humor, essa era a hora que a gente ouvia as risadas – ironizou o Joltik, que logo se espantou com uma espécie de risada vinda acima deles, precisamente, além do teto. – Tá bom, eu não esperava por essa.
    — Não se preocupem, é só uma Darumaka boba que vive no sótão – Lilly apareceu com seu sorriso doce. – Eu tentei tirar ela de lá, negociei um quarto, mas ela prefere se manter ali – explicou, colocando um dos braços abaixo do queixo, pensativa. – Mas enfim, vim avisar que o horário do almoço é em cinco minutinhos.
    — Obrigada, senhora Lilly – agradeceu a aranha elétrica. – E agradeço também pela formidável recepção. O local é maravilhoso e bem decorado.
    A Lilligant riu, levemente tímida e se dirigiu ao quarto das meninas.
    — O que ela tem contra humanos? – questionou Vic assim que ela saiu, rebuscando em sua memória a fala de mais cedo. - Aquele desenho era sinistro, o Hilbert é um pouco estranho as vezes, mas eu nunca vi aquele dentes pontudos nele.
    — Talvez tenha sido abandonada ou escravizada – teorizou Grimaud. – Ou foi gravemente ferida enquanto via sua família inteira sendo morta com as cabeças penduradas em árvores e seus corpos pegando fogo. E ela saiu correndo em desespero, tentando esquecer a memória do triste fim de seus familiares e filhos até encontrar esse lugar, e quase desistindo de viver, uma luz de divina lhe motivou a levantar a cabeça e seguir em frente enquanto construía com suas próprias mãos esse lugar, aguentando a dor do passado e os olhares debochados dos outros Pokémon que riam dela dizendo que não conseguiria, mas ela ignorou tudo e realizou seu sonho de recomeçar – o Pokémon parecia emocionado com a sua história inventada.
    — Às vezes você viaja mais que a Mirsthy... – murmurou Victini.
    — Cabeças penduradas, família morta – repetiu Sombra baixinho, não fazendo a mínima ideia do significado por trás daquelas palavras, mas achando graça no som delas.
    — É um mistério, meu caro Victini. Aliás, mudando de assunto, a gente sempre te trata como menino, mas nunca descobrimos o que você é.
    — Isso é simples. Eu sou-
    — Meninos! – Mirsthy surgiu com Brianna. – Vamos almoçar? O meu horóscopo disse que me dará boa sorte se eu fizer minha refeição antes das meio dia e meio.
    — Bem específico – ironizou a Snivy.
    — Tia Mirsthy. Aprendi palavras novas! – disse a Zorua, toda animadinha.
    — Verdade, meu bem? Quais são? – sorriu a Minccino.
    — Cabeças penduradas e família morta!
    A lagarta verde encarou os meninos com um olhar sério.
    — Juro que não fui eu dessa vez – inocentou-se Vic, levantando as mãos.
    — Eu não sabia que ela ia repetir – desculpou-se o Joltik.
    Mirsthy se aproximou da bebê e deu-lhe um sorriso franco:
    — Querida, não se pode falar isso – os outros três sorriram em esperança. – O certo é enforcamento e homicídio.
    A Darumaka quebrou o silêncio de decepção com um grunhido-risada.


    Na confortável sala de jantar que era decorada com janelinhas que iluminavam o ambiente e uma linda lareira, o grupo de hóspedes estava devidamente acomodado em uma delicada mesa redonda de madeira. Lilly servia eles com muito positivismo e orgulho.
    — Salada de Oran Berry e Pecha Berry com mel de Combee – disse ela, apresentando o prato do dia. – Boa refeição.
    Sombra foi a primeira a começar a comer, mantendo-se em pé na cadeira e apoiando as patas superiores na mesa para alcançar o prato. Brianna comia como uma verdadeira lady, como se tivesse sido treinada a vida toda para se portar bem em qualquer situação. Joltik, que lutava para comer uma comida quase do seu tamanho, questionou para a Lilligant:
    — Você cuida de tudo isso sozinha?
    — Eu gerencio, cuido da faxina, da comida, do jardim, de tudo – riu ela.
    — E consegue se virar?
    — Bem, é o primeiro dia que abro a pensão, por enquanto está tudo bem – riu. – Espero conseguir dar conta de tudo. Como vieram parar aqui?
    — Estávamos procurando um lugar para nos reunirmos sem os...
    — Sem os milhares de objetos da Brianna ficarem espalhados – riu Mirsthy, interrompendo a aranha elétrica. – Sério, ela tem muita coisa.
    — Estranho, não vi ela chegando com malas – desconfiou Lilly.
    — Está para chegar. São coisas valiosas, precisam de um transporte especial – gabou-se a Snivy.
    — Ela acha que é da realeza ou de alguma família nobre – cochichou Vic para a anfitriã da pensão.
    — EU SOU DE UMA FAMÍLIA NOBRE! – exclamou a inicial de grama – Minha família vem de uma longe linhagem de Serperiors e Servines honrados.
    Do sótão, mesmo que baixinho, pode-se ouvir a Darumaka rindo. Ela tentou ignorar.
    — Os antepassados dos meus antepassados serviram em guerras por território.
    A risada continuou, contagiando alguns da mesa.
    — Mas não conseguimos enfrentar os poderosos Pyroar e tivemos que fugir para Unova onde minha bisavó carregava os ovos dos meus avós com dificuldade.
    Os risos aumentaram e logo toda sala estava rindo, até mesmo a Lilligant, que tentou se desculpar.
    — Perdão querida, a risada daquela Darumaka é contagiante.
    — Vocês são todos uns plebeus, meros vassalos. Quero ver quando minha família vier me buscar para assumir uma grande mansão se vão continuar rindo – respondeu Brianna, se ajeitando em sua cadeira.
    — Amiga, acho que vi algo grandioso que vai acontecer hoje pelo o que eu li no seu signo. Pyroar né?
    — Eu acho que sim.
    — É, sem dúvidas, uma surpresa virá até você hoje – sorriu a mamífera cinza.
    — Ah, você entende de signos? – sorriu Lilly.
    — Sou seguidora do magnífico Jolteon Bidu – contentou-se. – Qual é o seu?
    — Sou de Gardevoir. Eu me considero parecida com meu signo – riu.
    — Que amor!
    — Eu juro que tento entender o que ela fala em algumas ocasiões – Vic deu de ombros. – Às vezes, ela começa a falar de auras e energias e eu me perco completamente.
    — Você não deveria reclamar, é do tipo psíquico, auras é meio que a sua área – comentou Brianna.
    — A diferença é que minha “aura” eu posso ver quando eu uso qualquer golpe. Ela finge que vê algo – argumentou Victini, apontando para a Minccino em tom de julgamento.
    — Sua aura está muito suja, deixa eu limpar – ignorando o amigo, a criatura começou a fazer movimentos com o rabo felpudo acima da cabeça do Pokémon anjo como se limpasse algo.
    — Pa-para com isso – o Pokémon se incomodou, tentando se desvencilhar, enquanto os demais riam.


    O dia passou bem. Com um período de adaptação, os novos moradores passaram muito tempo se acostumando com os ambientes da casa e arrumando suas malas – ainda que Brianna insistisse em falar que as delas só chegariam no outro dia. Lilly passou o dia pintando uma plaquinha de madeira pensando no nome ideal para seu novo negócio. Cogitou diversas opções, mas nenhum que remetesse a sua essência, até que, numa pincelada só e sem muitos esforços, ela escreveu na placa:


    Infelizmente, criatividade não era um ponto forte da nossa protagonista.
    — Eu tentei, ok? É um nome simples, mas pelo menos é direto.
    Ela pendurou com certa dificuldade acima da porta de entrada. Pintado de vermelho, provavelmente chamaria a atenção de longe.
    — Eu deveria pintar algumas flores? – questionou para si – Nhá, acho que tá bom assim, quanto mais clean, melhor.
    E ela entrou na pensão novamente, satisfeita com mais um detalhe concluído.



    A noite finalmente caiu, e com ela, uma chuva de verão. O som era extremamente agradável e relaxante para uma ótima noite de sono, tanto que não passava das dez quando todos os hóspedes, incluindo Lilly, estavam em suas confortáveis camas.
    Sombra estava em sua caminha, relaxada, quando sentiu uma gota de água cair sobre seu focinho, ela rapidamente levantou e soltou um espirro fino, fazendo parte de sua cabeça ganhar pelos grandes e brancos como de um Arcanine.
    — Você precisa aprender a controlar essa sua habilidade, pequena – comentou Mirsthy quando viu.
    — Eu sei – ela se sacudiu pra voltar ao normal. – Mas eu me assustei quando gota de água molhou meu nariz.
    — Gota de água? – questionou, curiosa, olhando para o teto. – Oh, goteiras.
    Antes que pudesse dizer mais alguma coisa, um grito foi ouvido no quarto ao lado, mais precisamente, no quarto de Brianna. Assustados e preocupados, os outros hospedes correram até o local e quando abriram a porta, se depararam com um pequeno buraco no teto que parecia ter cedido com a força da água da chuva, debaixo desse buraco estava a Snivy, tão encharcada quanto irritada.
    — Mas o que é isso?! – questionou, indignada, mesmo sabendo a resposta.
    — Estamos com goteiras – respondeu prontamente Grimaud.
    — Isso eu sei, sua pulga amarela – retorquiu, brava, se levantando da cama. – Porque logo no meu quarto?
    — Deve ser vingança de Arceus por ser tão metida – riu Vic, debochando, recebendo uma escova na testa que foi arremessada pela inicial molhada.
    — Acho que isso é o grande acontecimento que o horóscopo falava, amiga – concluiu Mirsthy. – Jolteon Bidu nunca falha.


    Totalmente desconectada dos andares de cima, Lilly estava em sua cama no quarto do andar térreo pensando no grande dia que tivera. Era a hora de recomeçar, e sua pensão serviria de lar para qualquer Pokémon abandonado...
    — Menos humanos... – sorriu a Lilligant.
    Menos humanos, querida Lilly. Quase fechando os olhos a criatura disse para si mesma.
    — Foi só o primeiro dia de muitos...

    | PRÓXIMO CAPÍTULO>


    NOTAS DA AUTORA

    É uma honra inaugurar o primeiro especial da Neo Unova. Eu sei que talvez o capítulo ser mais curtinho assuste a maioria de vocês, mas a ideia é trazer algo que fuja um pouco da agitação dos capítulos principais e foque mais no humor, mas ainda que seja um especial, é possível que no futuro, isso acabe se fundindo com a própria fic principal :) 
    A Pensão da Lilly Lilligant nasceu da inspiração de vários fatores, primeiramente, o conceito de guildas que o CanasOminous idealizou lá em Aventuras em Sinnoh, o roteiro, algumas piadas e até mesmo a base dos capítulos foi uma mistura de sitcom (situation comedy, onde o foco de uma série é no humor envolvendo situações cotidianas), principalmente Friends e a série do youtube Girls in the House, criado pelo Raony.
    De toda forma, espero ter trazido um capítulo divertido e que arranque boas risada <3 
    Um beijo e um abraço
    - StarChan

    { 12 comentários... read them below or Comment }

    1. Seu especial tirou um belo sorriso de meu rosto, foi uma delícia a leitura!


      Como está querida estrela solitária?

      Lilly é uma personagem um tanto interessante, será que a história da decapitação e enforcamento é real ._.

      Ansioso para ver a continuação, até o próximo!

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      1. Yooo Anan

        Bem-vindo ao capítulo 1 da pensão da Lilly Lilligant, vamos falar baixo para que a Lilly não nos ouça e nos persiga por sermos humanos haushuashu

        Fico feliz por conseguir te fazer rir, nunca me arrisquei a fazer algo com 100% de humor, espero que as piadas não tenham sido forçadas, só estou começando e ainda aprendendo.
        Lilly será uma personagem super importante ainda <3 Continue nos acompanhando <3

        See ya querido

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    2. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK MEU DEUS QUE CAPÍTULO DE INÍCIO ÉPICO ESSE, MEU PAI, AMO.
      Os personagens, amo todos eles, a Mirsthy é minha favorita já de início com toda a vibe da Phoebe e meu deus, como amo ela. A Brianna tem toda uma vibe princesinha privilegiada, ai ai, toda lady grã-fina, mas sabemos que é só pose. Vic perfeitíssimo, reizinho de todos nós, Sombra é minha nova filhota eu vou adotar ela junto do Bertinho e o Grimaud, jesus, essa aranha é sádica, meu pai do céu.
      Enfim, eu amei muito a pensão da Lilly Lilligant e como ela tem uma pegada bem Duny de GITH sem falar de todo o lance com ela envolvendo humanos, o que será que ela nos reservará? Aliás amo quando ela quebra a quarta parede interrompendo o narrador kkkk
      Ai ai, amei Star, ansioso para o próximo.

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      1. YOOOO LEUCRO <3

        Bem-vindo ao capítulo 1 da pensão da Lilly Lilligant, vamos falar baixo para que a Lilly não nos ouça e nos persiga por sermos humanos haushuashu

        EU ESTOU OUVINDO SEUS BERRO DAQUI!
        É muito bom ler que os personagens estão marcantes o suficiente, tive medo de me arriscar com tantos Pokémon e um acabar ofuscando o outro, mas só de ver seu comentário, eu fico feliz demais <3
        Duny é dona de GITH e do mundo, ainda que a Lilly seja mais delicada, eu ainda quero aparecer com uma personagem estilo Duny mesmo ahsuashuahu
        O que será que aconteceu com nossa querida Lilligant? Continue ligadinho <3
        Obrigada pelo comentário, querido :3

        see ya

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    3. Replies
      1. Yoo Shiii

        Obrigada <3 Que bom que se divertiu :3 Espero te ver mais vezes

        See ya

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    4. Eu não poderia encontrar uma imagem melhor para definir a representação dos humanos no Mundo Pokémon do que aquela plaquinha na principal kkkkkk Poxa, que saudade dessa sensação de ver um bando de Pokémon lidando com o cotidiano! Ainda mais misturado àquelas clássicas piadas de seriado que ouvimos trocentas vezes e quanto mais elas vão se repetindo, mais ficam marcadas na nossa cabeça até virar meme kkkk Muito obrigado pela menção aos Fire Tales lá embaixo, pra pensar como foi a criação deles nos primeiros capítulos e tudo que consigo lembrar era que eles queriam contar uma história engraçada e acabou saindo uma merda, e é justamente isso que fez dar tão certo. Pode ter certeza que o seu já começou como algo bem mais elaborado, os parágrafos vão passando e a gente nem nota que leu umas 3000 e poucas palavras, a sua pensão é um ambiente perfeito para seus Pokémon entrosarem, introduzirem novos membros sem parecer súbito demais e explorar esse lado divertido sem perder a essência da história principal. Foi uma excelente escolha e valeu a pena todo o planejamento, tenho certeza que será um sucesso com dezenas de capítulos, porque você sempre poderá vir aqui descansar quando estiver exausta da tensão da fic principal (ou melhor, você vai ficar plantada lá fora porque NADA DE HUMANOS!)

      Olha que essa pequena pensão ainda vai dar muito o que falar lá na frente, espero que possamos todos voltar aqui no futuro para lembrar o quanto esses carinhas evoluíram, que Arceus tenha piedade do que a pequena Sombra vai virar sendo cuidada por esse bando de gente louca, torço que a Brianna volte pra esfregar sua linhagem na cara das inimigas quando virar Serperior, e que a Lilly revele se seus humanos foram assassinados na Idade Média mesmo ou se o velho Grimaud só está assistindo muito filme violento kkkkk

      E outra, todo mundo sabe que é Vic é--

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      1. Yooo Canas

        Bom te ver aqui, mas vamos falar baixo pra Lilly não nos ouvir hahshahshahsa

        Devo toda essa ideia a você que ficou pegando no meu pé pra trabalhar com os Pokémon, e obrigado ao Fire Tales pela guilda hahshaha

        É tão fofo ver vocês identificando cada um dos personagens e saber diferenciar eles, isso prova que eu consegui trazer algo marcante, e espero conseguir continuar assim :3

        Sou louca pra saber qual será o favorito seu nesse bando muito exótico &!&@&!&#&@

        See ya Canas

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    5. OIIII STAR

      Mano, eu tava lendo o início e do nada ela interrompe o narrador. Nossa, aí eu ri muito ahshahshhashas e basicamente foi assim pelo resto do capítulo.
      Lily é muito legal, gostei bastante da personagem. Os pokémons dos protagonistas são muito divertidos, cada personalidade.
      A sombra é mais nova que eu achava. E os caras só ensinam coisa errada pra criança. Sorte que a Mirsthy tá aí pra ensinar direito... :gugu:
      Mano, aquela do darumaka ashashahshashass
      Bem, é isso, gostei bastante, achei muito engraçado, posta mais.

      Até mais, S2tar!

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      1. Yooo Alefu <3

        A Lilly quebrando a quarta parede é coisa de outro mundo ahsuashaus Acho que ela é a única que sabe que ta numa história haushuasuha
        Adoro arrancar risada dos outros, geralmente meu senso de humor é estranho, então eu coloco o que me faz rir torcendo para que vocês riam, e no final, rolou mais risada que eu imaginei hausahushua
        A Sombra é apenas um bebezinho inocente que não merece esse mundo, e ela cai nas mãos do Vic, tem tudo pra dar certo sim husahushuasuh Protecc Sombra hausuahshua
        A DARUMAKA, EU MORRO COM ELA HAUSHASHUA
        Que bom que gostou querido, fico muito feliz e espero continuar agradando <3

        See ya

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    6. Já perdi esse comentário duas vezes por conta de falha no blogger, não aguento maaaais.
      Eu gostei muito do início que você trouxe para seus pokémons, Star. Bem leve e divertido, mas de certa forma dá pra saber quem é cada um ali. Tenho uma dificuldade particular em escrever comédias, então admiro que é capaz de fazê-lo bem, pois não sou uma dessas pessoas.
      Agora a pergunta que não quer calar, porque será que a Lilly odeia humanos? Haha, um dia essa característica será explicada, mas eu particularmente sinto que talvez seja apenas um mistério eterno na fic para todos nós.
      AAAA A BRIANNA TÃO FRESQUINHA. Mas a personagem que mais amei sem dúvidas foi a Mirsthy com toda essa coisa de limpar auras, pode limpar a minha se quiser, inclusive. A Sombra é mais nova do que eu imaginava e os amigos já estão fazendo o papel fundamental de ensiná-las coisas erradas rsrsrs.
      DARUMAKA FOI A ATRAÇÃO DA FIC, SEM DÚVIDAS, não tem como não ficar contagiado com a risada dele, tenho certeza que eu também ria, fosse o qualquer um o assunto sério discutido lá. haha.
      A placa no final me pareceu um pouco de filme de terror e nada convidativa, mas né, cada um com seus gostos estranhos.
      Acho que é isso. Ansiosa para mais aventuras dessa turminha.
      Abraços, Star!

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      1. Yooo Carol

        PROTECC O COMENTÁRIO DA CAROL
        Bom te ver aqui, mas vamos falar baixo pra Lilly não nos ouvir hahshahshahsa

        Acho que é minha primeira vez oficial que eu escrevo algo só com os Pokémon, e eu confesso que devo ter fumado muita pamonha pra trazer isso hasuahusuahshuaush

        Aí chega no último capítulo : Lilly, pq vc odeia os humanos?
        Lilly : PQ sim ué
        E sobem os créditos hausahusahu

        AWNNNN, QUE FOFURA GENTE, É TÃO BOM VER ESSE CARINHO COM OS POKÉMON, o medo do flop era grande hausaushaushu Mas vamo q vamo ahsuahsauhs
        DARUMAKA, RAINHA ! Eu rio de qualquer coisa, então não julgo ela haushuaushahus
        A graça da placa era essa, mostrar que o negócio não é aquela perfeição. MELHOR FOI O TERMO CLEAN COMO SE TIVESSE A OBRA DE ARTE HAUSHUASHUA
        Obrigada pelo comentário, Carol <3

        See ya

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