• Thursday, June 25, 2020


    Brianna acordou de mal humor. Na noite anterior, tomara um banho de chuva quando o teto do seu quarto rompeu graças à força dos pingos e a madeira de baixa qualidade. Depois, teve que abandonar seu cantinho para dividir quarto com Mirsthy e Sombra.
    A manhã se iniciou como se nada tivesse acontecido, o sol nasceu gentilmente e os únicos resquícios da chuva anterior eram o cheiro de terra molhada e as gotas que escorriam pelos objetos, a Snivy abriu a janela do quarto e um Pidove pousou em um galho próximo dela, piando gentilmente:
    — Bom dia, minha querida dama, como es-
    — CALA A BOCA, SEU IDIOTA! NÃO TÁ VENDO QUE EU TO COM CARA DE QUEM NÃO QUER PAPO COM NINGUÉM?!
    O Pokémon pombo resmungou e levantou voo, assustado com o mal humor.
    Mirsthy se levantou logo em seguida e encarou sua colega.
    — Existem outros jeitos de se dar bom dia. Que tal tentar com um sorriso? – disse, com voz de sono.
    — Não existe nada de bom, Mirsthy, eu ainda estou meio ensopada por causa da chuva de ontem, a folha da minha cauda murchou um pouco, eu tive que dormir nesse quarto apertado com vocês duas e a Sombra não para de roncar!
    — Coitadinha dela, ela é só um bebê.
    — Um bebê que é maior que a gente – resmungou a Snivy, indo até a porta do quarto, mas foi interrompida quando deu de encontro com ela, acertando diretamente seu nariz.
    — BOM DIA! – Vic exclamou ao abrir a porta na cara da amiga. – Como estão? Ué, cadê a Bri?
    Brianna tirou o objeto de madeira de sua cara e apresentou uma cara mal-humorada e um pequeno vermelhidão formado em seu nariz com a pancada.
    — Opa... – riu o Victini, sem graça. – Bom dia.
    — Seu filho de Giratina – resmungou ela em resposta, irritada.
    — Eu juro que foi sem querer. Grimaud me pediu pra avisar que o café da manhã já tá sendo servido.
    Zorua levantou as orelhas e saltou perto do amigo.
    — Comida? – disse ela, abanando o rabo peludo.
    — É isso aí, garota. E pelo cheiro, parece que Lilly cozinhou algo muito bom – sorriu o Pokémon anjo, que riu quando a raposinha saiu correndo escada abaixo até a cozinha. – Olha, a gente deveria seguir ela antes que fiquemos sem café.

    Era o segundo dia da Pensão da Lilly Lilligant.
    Lilly estava ansiosa na possibilidade de novos hóspedes, mas estava preocupada com a qualidade do atendimento e da estrutura, tinha ficado sabendo do acontecimento da noite passada e pretendia compensar Snivy com um delicioso café da manhã especial.
    A cozinha aconchegante recebeu finalmente a presença do grupo, Grimaud subiu até a mesa, Vic, Brianna e Sombra sentaram-se. Mirsthy foi a primeira a abrir a conversa:
    — Bom dia, senhorita Lilly – sorriu a Minccino com um ar de positivismo.
    — Bom dia, minha querida. Bom dia para todos – a Lilligant parecia compartilhar do mesmo espírito, se aproximando para servir os pratos com berries de café da manhã. – Espero que tenham todos tido uma excelente noite de sono – ela se aproximou da Snivy. – Eu fiquei sabendo do que aconteceu...
    — Está tudo bem, senhorita. Está sendo uma hospedagem agradável – a cobra verde forçou um sorriso. – E eu não ligo de dormir junto das minhas queridas amigas.
    O resto do grupo encarou Brianna com certo desprezo pela ironia da outra.
    — Oh, não seja tão gentil – riu a dona da pensão, toda coradinha. – Mas como pedido de desculpas pela noite de ontem, eu preparei um prato especialmente para você.
    Snivy soltou um sorriso todo encantador e animado. Sentiu-se lisonjeada que por um minuto esqueceu-se de tudo que lhe acontecera.
    — Fiz uma geleia de Cheri e Leppa Berry – Lilly serviu o prato com algumas torradas feitas artesanalmente. – Espero que goste.
    Brianna olhou para o seu prato, usando seus cipós para passar a geleia no pão.
    — Parece tão bom – Vic estava quase babando com o que fora servido para amiga. – Eeeei, Bri, o que acha de dividir?
    — Você deu com a porta na minha cara, obviamente não vai ganhar nem uma migalha – ela levantou o nariz e levou seu café da manhã especial e comeu, com gosto. – Hmmm...
    Lilly ficou com expectativa alta, observando sua hóspede.
    — Você disse que era geleia do quê? – Brianna olhou para sua anfitriã, um pouco desconfiada com o sabor.
    — Cheri e Leppa Berry.
    — Oh, eu conheço, são muito populares pelo seu gosto picante – explicou Grimaud.
    — Picante? – a Snivy engoliu seco.
    — Comeu muito rápido e agora tá com a língua dormente? – debochou Vic.
    — Eu tenho alergia a alimentos picantes...
    — Vish – o Pokémon anjo desviou o olhar. A Darumaka riu do sótão. 

    Ok, ok, talvez o começo do seu segundo dia como dona de uma pensão não tivesse sido tão bem, Lilly se desculpou mil vezes com Brianna, que mesmo um pouco mal-humorada, disse que estava tudo bem e que logo iria passar, ainda que sua língua levemente inchada denunciasse outra coisa, a Lilligant então tentou oferecer assistência, mas percebeu que em seu staff, não havia um médico. Ela então decidiu que era hora de aumentar a equipe da Pensão da Lilly Lilligant.
    Grimaud observava a Pokémon flor, ela parecia um pouco nervosa, então ele achou que era hora de intervir.
    — Se está preocupada com a menina, não fique. Tenho certeza que ela não guardaria mágoas por causa disso.
    — Eu abri esse lugar sem muito planejamento – confessou, ainda um pouco assustada por saber que não estava sozinha. – Fui um pouco irresponsável.
    — É seu segundo dia e você está desistindo? – o Joltik riu com bom humor. – Não se preocupe, você está fazendo um excelente trabalho, madame.
    — Você tem razão, meu bom senhor – Lilly sorriu, gentil. – Obrigada pelo apoio. Mas da próxima vez, anuncie que está presente, eu quase morri do coração achando que estava sozinha.
    — O meu tamanho não ajuda muito – o velho riu de volta. – Mas vou tentar.


    A Snivy estava em seu quarto, calada, desde a noite anterior, só coisas ruins tinham lhe acontecido, parecia que alguém tinha jogado um amuleto de azar perto dele e isso estava atraindo confusão. O seu silêncio se devia ao fato da sua língua ainda estar um pouco inchada.
    — Que besteira, quem tem alergia a coisas picantes? – murmurou Vic para os outros, meio longe da amiga.
    — Shhh! – repreendeu Mirsthy. – Ela vai ouvir.
    — A tia Brianna vai ficar muda? – perguntou Sombra em alta voz, com inocência.
    — Não seria uma má ideia – riu Victini.
    — Que horror, vocês dois! – a Minccino cruzou os braços. – Vai falar com ela, Vic.
    — Euuuuu?! – ele fez escândalo. – Ela vai me matar se eu ousar chegar perto dela. Ela tá mais irritada que um Zangoose.
    — Não é isso, querido – observou a Pokémon cinza. – Aconteceu só coisa ruim desde a noite anterior. Ela precisa de ajuda.
    — A única ajuda que eu preciso é que vocês fiquem em silêncio – irritou-se Brianna, com a voz meio atrapalha pela língua. – Se estão tentando sussurrar, deveriam praticar.
    Vic se aproximou da amiga.
    — Quer que eu coloque gelo na sua língua? – ele questionou.
    — Gelo num Pokémon do tipo Grass – a outra encarou ele. – Você tem um excelente senso de humor, Vic, meus parabéns – ela disse, com ironia.
    O outro olhou para Sombra e Mirsthy.
    — Posso tacar fogo nela agora?
    — Minhas coisas! – a Snivy se animou ao observar algo pela janela. – MINHAS COISAS CHEGARAM! – soltando um sorriso e correndo para fora.
    As enormes bagagens de Brianna eram trazidas por uma Fearow, um Pokémon da distante região de Kanto, que trabalhava com uma espécie de correio. Ela pousou próximo da pensão onde as donas das bagagens e Lilly a aguardavam.
    — Ufa, eu nunca carreguei tanta coisa na minha vida – riu ela, bem humorada.
    — Obrigada pelo seu serviço novamente, Ciela – sorriu a dona da pensão. – Quer comer alguma coisa?
    — Ah não, eu passo, obrigada – a Fearow descarregou uma caixa das suas costas. – Essa foi a mais pesada. O que tem aqui, pequena? – riu ela, olhando para Brianna.
    — São minhas joias! – a menor respondeu, ainda com a voz meio falha, se aproximando. – Finalmente algo de bom hoje – sorriu, procurando meios de abrir.
    — Devem ser muitas, são quase pesadas igual a um Tepig – Ciela ajudou ela.
    Todo mundo se surpreendeu ao ver que no lugar de preciosas joias, o que tinha dentro da caixa era um porco laranja e preto, a criatura era conhecida dos amigos.
    — KOIN! – exclamou Brianna.
    O Tepig saiu da caixa e se espreguiçou, despreocupado.
    — Olha só, e não é que é um Tepig mesmo – riu a Fearow, achando inusitado.
    — Oi gente, cheguei! – sorriu ele.
    — SEU NARIZ DE TOMADA IDIOTA, CADÊ MINHAS JOIAS?! – exclamou Snivy, agarrando o porco com suas vinhas, irritada.
    — Brianna! – sorriu ele, inocente. – Sua voz tá diferente.
    — Não se faça de inocente! O que você fez com as minhas preciosidades?
    — Tá falando daquelas coisas brilhantes esquisitas? – Koin perguntou. – Eu joguei fora, elas estavam me apertando dentro da caixa.
    Brianna largou o amigo e recuou, chocada. Primeiro tinha perdido seu quarto, tomado um banho de chuva, depois a sua língua e agora havia perdido todas as suas preciosas e maravilhosas joias, ela sentiu a raiva subir e estava perto de explodir.
    — Bri? Amiga? – Mirsthy colocou a mão no ombro dela. – Ei, t-tá tudo bem – ela tentou consolar, ainda temerosa.
    — NÃO TÁ TUDO BEM! – a Pokémon gritou, assustando os outros. – TO DESDE ONTEM NUMA ONDA DE AZAR! E TUDO POR CULPA DE VOCÊS! E o pior, vocês nem estão ajudando!
    Num surto, ela saiu correndo para dentro da pensão, subindo para um dos quartos, o silêncio prevaleceu nos que sobraram, os mais próximos da cobra verde se entreolhando, preocupados. Koin, que ainda não tinha entendido direito, soltou:
    — Que horas vai ser o almoço?


    Brianna não apareceu para a hora do almoço e nem para o jantar. A verdade é que ela não apareceu o resto do dia, com certeza ainda estava irritada, com certa razão, devido aos acontecimentos, mas talvez ela tivesse exagerado. E para piorar, nenhum de seus amigos teve coragem de aparecer para perguntar se estava tudo bem.
    A Snivy estava em seu antigo quarto – o que fora atingindo pelas goteiras – sentada próxima a janela, em silêncio enquanto refletia, ela só foi trazida de volta a realidade quando ouviu a Darumaka no sótão rir.
    — DO QUE TÁ RINDO?!
    A criatura continuou a rir.
    — ORA, SUA MALDITA! APAREÇA E VENHA RIR NA MINHA CARA! – continuou a outra, olhando para o teto. - ... Eu sou engraçada né? Tô surtando por besteira.
    A Pokémon parou de rir para ouvir o desabafo.
    — Eu comecei com frescura de dormir sozinha, tomei o que merecia, reclamei de ter dormido no mesmo quarto que minhas amigas e queimei a língua, eu mereci aquilo também. Agora eu culpei meus amigos e mereço essas risadas. Pode continuar a rindo.
    — Cara, você não me ajuda a te ajudar – a cobra olhou para trás e viu Vic na porta. – Tá falando sozinha agora?
    — Calado, seu i- - ela respirou fundo, não era hora de discutir. – Estava falando com a Darumaka que fica no sótão. Acha que um dia ela vai dar as caras?
    — Talvez. Mas e você, quando vai sair desse quarto? Não almoçou ou jantou, como consegue passar um dia inteiro sem comer?
    — Uma dama nunca revela seus segredos – respondeu, com um sorriso leve e bobo.
    O Victini riu calorosamente, ficou feliz de encontrar a amiga num bom clima.
    — Olha, desculpa por hoje. Não foi fácil pra você e a gente não colaborou também – ele confessou, sentando-se ao lado dela. – Debochamos porque achamos que você estava exagerando, mas isso realmente te incomodou e não fizemos nada pra te ajudar. A Ciela até tentou procurar suas joias pela região, mas não achou nada.
    Brianna olhou para a Vic, ele sabia ser prestativo e fofo quando queria. Era esse jeito que fazia ela ser mais próxima dele do que dos outros.
    — Eu exagerei mesmo, eu fiquei bancando a superior, mas a verdade é que eu adoro a presença de todos vocês – a cobra deitou a cabeça no ombro do colega e sorriu, sentiu seu rosto esquentar um pouco. – Eu não sou azarada. Eu sou muito sortuda de ter vocês.
    O Victini, que também se sentia estranho com o contato, riu de leve:
    — Na verdade, nós somos sortudos por ter uma dama tão incrível que controle a bizarrice que é o nosso grupo.
    Os dois se entreolharam e ficaram assim por alguns minutos.
    — Oh, ok – o Pokémon anjo cortou o silêncio. – Deixamos um prato de berries pra você lá embaixo como pedido de desculpas. Vamos descer.
    — Sem nada picante? – ela riu.
    — Eu juro que queria colocar uma no meio só pra ouvir aquela sua voz engraçada de novo – Vic riu e mostrou a língua, recebendo um tapa leve de Brianna.
    — Bobo.
    A dupla desceu o lance de escadas de madeira em direção a cozinha onde Mirsthy, Sombra, Grimaud e até mesmo Koin os aguardavam. A Minccino foi a primeira a levantar quando viu a amiga.
    — Bri! – sorriu ela. – Ah, estávamos preocupados, aí obrigamos o Vic a ir falar com você.
    — Basicamente me colocaram na zona de fogo, a sorte é que esse é meu tipo – ele riu.
    — Eu estou bem – Snivy acompanhou a risada. – Eu sinto muito se gritei com você, não tiveram culpa de nada e eu estava fazendo um pouco de drama.
    — Não diga isso, somos seus amigos, temos que apoiar em qualquer momento – argumentou a outra.
    — E eu sou a Pokémon mais sortuda por isso – ela sorriu.
    — TIA BRIANNA! – Sombra, ainda que não entendesse muito a situação, correu em encontro dela e abraçou. O gesto foi repetido por todas os outros, incluindo o Tepig, que mesmo sem entender nada, sentiu que precisava fazer isso.
    — Eu amo vocês – a inicial de grama sorriu. – Agora, onde estão minhas berries?
    — Você não vai acreditar, mas eu comi tudo! – confessou Koin, despreocupado. A Snivy encarou ele:
    — VOCÊ FEZ O QUÊ, NARIZ DE TOMADA?!
    — Vai começar tudo de novo... – suspirou Vic. 

    Do lado de fora, Lilly caminhou até alguns metros longe de sua pensão, carregava uma placa de madeira com um papel grudado nela. Quando estava em um local estratégico, ela fincou o objeto que carregava no chão, se afastou alguns minutos.
    — Acho que isso vai atrair a atenção – sorriu ela.
    Na placa dizia:

    “Você, Pokémon curandeiro, está convocado para ser contratado pela Pensão da Lilly Lilligant.

    Procure pela dona da pensão, que sou eu, Lilly” 

    — E o segundo dia se encerra com algumas confusões, mas com uma esperança nova – disse para si mesma, sorrindo. 

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    { 6 comentários... read them below or Comment }

    1. MEU DEUS STAR, ESSE CAPÍTULO TÁ EXCELENTE DEMAIS, AMEI MENINA, ENFIM UM CAPÍTULO FOCADO NA MINHA BRIANNA E MEU DEUS, QUE AZAR ELA TEM.
      Eu amei este capítulo, serião, amo a Pensão da Lilly e amei ser tudo focado na Brianna, este capítulo foi muito bom, só azar na vida da minha princesa Snivy, mas relaxa, dias de luta, dias de glórias, os humilhados serão exaltados e o melhor de tudo! O Koin finalmente apareceu na história e já fez uma grande aparição, amo esse porquinho, bicho, já quero o próximo.

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      1. YOOOO LEUCRO

        Capítulo 2 finalmente saiu. Desculpe a demora o7

        Cara, eu amo o gênero comédia pq tudo que é rotineiro, simples e bobo, ele transforma num puta alvoroço só pra causar reações nos leitores.

        Eu gosto de escrever a pensão com certo improviso pq eu sinto que as piadas surgem do nada.

        Eu agradeço demais o carinho com a pensão, é os capítulos que eu mais adoro escrever <3 Mesmo curtinhos, eu quero que as pessoas se divirtam com ele :3

        Que venha os dias de glória da Bree e bem vindo meu porquinho, Koin <3

        Obrigada pelo comentário meu lindo

        See ya

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    2. Que capítulo maravilhoso da pensão! <3 Eu adoro quando temos um grupo grande de personagens e então vem aquele episódio do anime focado em um deles. Até então eu considerava o Vic o protagonista, mas foi muito bom ver a Bri e ela merece todo esse destaque, você está sabendo como trabalhá-la muito bem! É legal quando vemos um personagem se dando mal e lidando com suas próprias dificuldades, momentos de mal humor e estresse, deve ser porque logo de cara somos apresentados ao seu pior lado. Até mesmo o darumaka no sótão deu uma baita lição sem dizer nada, e que pensava que ele seria apenas um... ALÍVIO CÔMICO kkkkkk

      E você trouxe a Ciela de volta aaaaaaa Não sabia que seria agora, ainda por cima como entregadora, espero que ela possa dar as caras mais vezes :3 Eita, e olha meu shipp Vic x Brianna dando seus primeiros sinais! Mas na verdade eu nem senti insinuações de romances, e acho que isso torna mais especial. Cuidado para esses dois não terminarem como melhores amigos kkkkkkk Está sendo ótimo acompanhar como a pensão progride porque a própria Lilly ainda está aprendendo a cuidar de um estabelecimento, e ao invés de ser só um aglomerado de fatos jogados realmente dá a ideia de que os Pokémon levarão uma vida ali. Eu adoro esse especial e espero que nunca falte inspiração para você nos trazer mais capítulos cheios de coração <3

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      1. Yooo Canas

        Eu adoro esses capítulos também, principalmente quando é meu personagem favorito hausuahsuahus Eu não gosto de pensar que na pensão temos um protagonista, o Vic estamos mais acostumados com ele, por isso dá essa sensação de protagonismo, mas todos aqui tem seu destaque. Eu sempre acho que quanto mais gente junta, mais fácil de fazer humor.

        Como eu disse pro Leucro, o sitcom sempre pega essas situações bobas do dia a dia e transforma numa puta máquina de drama pra criar a parte cômica, aí no fundo, tem aquela parte séria que chega pra dar uma conclusão e termina com um final "feliz". São plots bobos, ninguém se mata, mas é bom pra descontrair da fic principal :3

        CIELA IS BACK! QUEM DUVIDOU, DUVIDOU. DIRETO DA FALECIDA AEK PARA NEO UNOVA. Best Fearow <3
        Eu prometo que no capítulo 3 vc vai sentir mais da FÚRIA DO SHIPP VIC E BRIANNA HAUSHUASHUAHSAHU NINGUÉM FICA NA FRIENDZONE PELO AMOR DE DEUS
        Eu gosto dessa sensação de evolução no fundo, a Lilly faz sua pensão crescer enquanto convive com um bando de Pokémon maluco hausahushua
        Espero te ver na próxima e obrigada pelo comentário :3

        See ya

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    3. MDS QUE CAPÍTULO FOFOOO AAAAAAAAAA VO MORRER
      Tadinha da Brianna, apesar de tudo fiquei com dó dela. Talvez as reclamações para os outros sejam meio supérfluas, mas eles tbm tem que entender o lado dela, que ela mudou totalmente o estilo de vida e que a adaptação pode ser difícil. Eu quebrei mto com o "bom dia" dela ao Pidove.
      Acho que você conseguiu escrever esse capítulo de um jeito muito leve e cômico, sem precisar fazer a personagem passar por todo aquele clima pesado para fazê-la aprender uma lição. Eu particularmente admiro isso porque não sei escrever comédia. Eu gostei da maneira como os diálogos e as cenas fluíram porque ficou tudo muito natural ainda mais porque eu vejo esse pequeno grupo ainda como um bando de crianças que tem muito a crescer e ter suas personalidades moldadas.
      MDS EU AMO O POICO, queria q o nome dele fosse Bacon tbm, mas Koin é legal. Ele chegou causando baderna (mesmo q inconscientemente) e ainda ama comer. Acho que esse jeitinho dele ainda nos proporcionará cenas hilárias.
      Essa placa procurando um médico. Huuuummmmm to até com medo da figura exótica que pode pintar aí na pensão kkkk.
      Ansiosa para os próximos capítulos pra ver mais aventuras dessa galerinha.
      Até a próxima, Star!

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      1. Yooo Carol

        AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA TOO MUCH FOFURA <3 QUE BOM VER ESSA REAÇÃO AAAAAAAAAAA
        Brianna é chata, mas é bom ver que as pessoas criam empatia por ela, significa que em parte to acertando ahsuahus POBRE PIDOVE, SÓ QUERIA DAR UM "BOM DIA".
        é bizarro pensar que até num capítulo de humor a gente vê a evolução dos personagens hausahus Eu adoro esse gênero, não sou a mestra da comédia, mas tento trazer tudo que me faz rir para fazer vocês felizes, e é bom ouvir vocês falando que riram pra caramba haushuaushahu

        POICO! KOIN DO MEU CORAÇÃO, EU JURO QUE VOU FAZER UM PERSONAGEM CHAMAR ELE DE BACON SÓ PARA NÃO PERDER O HUMOR HAUSHUASHUAHU Ele é muito fofo, e tenho algo muito legal preparado pra ele <3
        Carol, eles precisam de um médico. SE CANDIDATE! É SUA CHANCE DE SALVAR ESSA MOLECADA HAUSHUASUHAHUS

        Obrigada pelo comentário, Carol <3

        see ya

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